Tudo o que eu escrevo é de improviso. Um improviso pensado.

.posts recentes

. Reforço positivo

. Tenho rezado todos os dia...

. Relembrando Eça

. Marx avisou

. Onde arranjar metáforas?

. Esperar é uma virtude

. Aprender uma língua

. A culpa é do remador

. Ralhar não dói

. Escrever também cansa

.arquivos

. Agosto 2009

. Junho 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Janeiro 2009

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

Sexta-feira, 12 de Outubro de 2007

Fragmentos dela, dele e às vezes dos outros (16)

Ela crescera a pensar que o amor acontecia e existia como nos contos de fadas. Para sem pre. Mas um dia constatou que o amor é  efémero e que os  príncipes são feitos apenas de letras.

 

A valorização daquele conceito mudara de  patamar, descendo um degrau. Quando a confiança chega a um determinado ponto onde já não há descoberta a relação sofre o processo inverso à da construção.

 

Logo ela  substituíra o amor pela amizade, cozinhando relações em banho Maria.

Mas, um dia alguém lhe dissera que este sentimento tão cómodo era a desculpa para a falta de iniciativa e aceitação de novos riscos.

 

Os amores são efémeros. Os amigos não são eternos.

Questionou-se sobre a necessidade desses dois conceitos  isentos de sentido, esperando sempre que as suas respostas não fossem verdadeiras.

Leonoreta


publicado por leonoreta às 20:14

link do post | comentar | favorito
|

17 comentários:
De António a 13 de Outubro de 2007 às 00:34
Querida Leonor!
Um post tendo algumas semelhanças com o anterior.
Uma reflexão com algo de poético sobre as relações "dele" e "dela" e, algumas vezes "dos outros".
Gostei, deveras...

Beijinhos


De leonoreta a 13 de Outubro de 2007 às 20:55
ola antonio
de certomodo os fragmentos t~em sempre algo em comum,o efémero mesmo que tudo aponte para uma permanência, a ~inconstância mesmo que tudo aponte apra uma constãncia. no fundo será sempre também a solidão , preenchida aqui e ali por brevesmomentos.são fragmentos.
beijinhos


De Anónimo a 13 de Outubro de 2007 às 01:48
Carissima
Este fragmento foi só dela. É tão verdadeiro quanto lhe for pesada a vontade, que a eternidade não sobrevive nem às neves do kilimanjaro. As quando tudo se esvai, quando até a água do banho da Maria, já não é nem morna, sobrevive sempre essa (vã) esperança, que se faz fugaz conforto na expressão vinda não sei de onde: “E pur se mouve”.
(desgraçadamente, muitos num último lampejo de claridade, à horinha da morte e olhando para trás, lá pensam...ora bolas, move-se o c...........”
Tenha uma boa semana. Que o canto das aves neste Outono tão primaveril, se faça música para os seus ouvidos.


De leonoreta a 13 de Outubro de 2007 às 21:00
é verdade o que diz como sempre anónimo.
uns movem e outros fazem que movem algo que afinal nunca se move. ás vezes.
primavera é para mim em qualquer estaçao do ano, apesar de tudo. tenho sempre baldes de tinta para pintar o céu de azul mesmo quando lhe dou pinceladas de algodão branco para me chover no espirito.
beijinhos


De mac a 13 de Outubro de 2007 às 21:55
É como 1 dos ultimos posts que publiquei: quando o coração está magoado, há tendência a fechá-lo a 7 chaves, no entanto pode-se criar ferrugem...
Love hurts, mas o amanhã existe sempre...


De Lua de Sol a 14 de Outubro de 2007 às 00:31
Só agora descobri o Leonoreta... Nem sei como, já que temos alguns amigos comuns na lista... E gostei tanto deste cantinho de improvisos pensados, bem escritos, alguns nostálgicos mas todos tão doces... Adorei os fragmentos, o Bruno pequenino que queria a mãe, a Fernanda que podia roubar namorados e que não casou...as palavras, o raciocínio...
Vou voltar. Vou, vou!

Abraço


De yuri a 14 de Outubro de 2007 às 19:45
Tudo é efémero na vida, aliás, a própria vida é efemera. Amores amizades são coisas boas de ter, de manter mas só até que durem. Como as alfaces. Negras não nos servem para grande coisa...


De Arte por um Canudo a 15 de Outubro de 2007 às 12:35
Impressionante. Texto que contém uma lição de vida.Tudo é efémero só temos que aproveitar enquanto existe. Priveligiar no melhor sentido a existência do amor, as amizades, os prazeres, os sonhos...Bjs


De Daniel Aladiah a 15 de Outubro de 2007 às 23:44
Querida Leonor
Aqui espalhas a tua beleza que vem de sempre...
Um beijo
Daniel


De pedro alex a 16 de Outubro de 2007 às 19:47
Oh, o Amor é o somatório de Amores por isso é eterno.
Bjs


De Lua de Sol a 17 de Outubro de 2007 às 21:47
Hoje venho comentar este fragmento...
Realmente, o amor pode ser efémero, sejamos realistas e confessemos que ele não perdura com a mesma intensidade e sentido no tempo. O amor de um homem e de uma mulher. Porém, pode simplesmente diluir-se por completo, ou voltar-se para outro género de amor, mais parecido com a amizade.
Contudo, é curioso, porque temos a tendência para dizer que as amizades duram para sempre. Talvez porque sobrevivam à custa de um "amor" diferente, mais fácil de "regar". Mas também existem amizades que se dissolvem.
Em certos casos, ficamos a pensar onde está a fronteira entre a amizade e o amor e vice-versa... Uma coisa é certa, uma vida sem ambos é uma vida pobre...

Beijinhos


De somentebia a 18 de Outubro de 2007 às 01:14
É o amor com seus acertos e desacertos, encontros e desencontros, mostrando que a dualidade sempre fará parte dessa forma de aprendizado de vida. Há que existir sempre muita amizade caminhando ao lado do amor, justamente para que reste alguma coisa bonita, caso o amor se abrande ao longo do tempo.

Ficam pétalas perfumadas, um beijo no coração, e o desejo de que lindos anjos recolham teus sonhos para levá-los a florescer entre as estrelas


Comentar post

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Agosto 2009

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

16
17
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30
31


.tags

. todas as tags

.links

.Fazer olhinhos

blogs SAPO

.subscrever feeds