Tudo o que eu escrevo é de improviso. Um improviso pensado.

.posts recentes

. fragmentos dela, dele e à...

.arquivos

. Agosto 2009

. Junho 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Janeiro 2009

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007


Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007

fragmentos dela, dele e às vezes dos outros. (17)

Ou era o chão que estava torto ou era a estante que estava coxa.

Quando ela puxou um livro que teimava em não sair de entre o aperto de outros livros, a estante oscilou para a frente e a caixa de cartão enfeitada de flores rosa onde ela guardava  fotografias soltas caiu da ultima prateleira  e todo o seu conteúdo se espalhou pelo chão.

Fotos analógicas, em papel brilhante e papel baço, do tempo em que não se pensava em digital. Algumas tinham escritos o local a data por trás. A maior parte delas tiradas com a sua máquina kodak oferta dos pais quando fez doze anos. Automática, sem velocidades e sem aberturas.

- Olha para mim!- gritou ela com a máquina apontada para ele. Ele olhou e ela disparou.- agora tira-me uma a mim!

- Encosta-te ao canhão para apanhar parte do Paço pelas ameias do castelo. – disse ele.

Depois alguém lhes tirou uma foto juntos mas no meio de tanta foto solta  ela não achava essa. Ficou a olhar aquelas duas, perguntando se lá no céu ele estaria a ver as fotos com ela.

 

Leonoreta


publicado por leonoreta às 14:04

link do post | comentar | ver comentários (7) | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Agosto 2009

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

16
17
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30
31


.tags

. todas as tags

.links

.Fazer olhinhos

blogs SAPO

.subscrever feeds